Igreja Presbiteriana | Editorial home
810
page,page-id-810,page-template-default,ajax_fade,page_not_loaded,,wpb-js-composer js-comp-ver-4.11.1,vc_responsive

DECEPÇÕES

 

 

Conhece a história do homem que dizia jamais levar desaforo para casa? Fama de valente, briguento, o famoso “língua solta”. Pois é. Um dia encontrou alguém do mesmo calibre. Já não tem mais a mesma fama e nem a mesma filosofia de vida.

Quando Israel temia a Deus, tinha motivos para ser valente e desafiar as nações à sua volta. As vitórias eram certas porque sua função era executar os juízos de Deus.

Mas as experiências positivas encheram-nos de orgulho e então passaram a olhar os outros povos não da posição de servos de Deus, mas como mais um desafio a ser conquistado – para eles.

Já não buscavam Deus nem sua Palavra. Viviam em pecado, sem sinal de arrependimento. Achavam-se o “máximo” e o mundo era apenas o resto, até o dia em que os babilônios chegaram, destruíram tudo e ainda levaram os utensílios da Casa de Deus como troféus.

As vitórias que Deus concede em nossa caminhada deveriam ajudar-nos a firmar ainda mais nossa confiança em Deus, não em nós mesmos.

Temos a tendência de achar que o acúmulo de vitórias nos qualifica para sermos favoritos em tudo. Esquecemos que acima de nós estão os planos de Deus.

As vitórias que obtemos devem dar toda a glória a Deus, e não a nós mesmos.

Brincar com o pecado é arriscado. É como desafiar o inimigo sem ter munição suficiente. Mesmo com alguma aparente vitória, ela ficará sem valor, por não ter sentido sem a aprovação de Deus.

Ficar sem Deus é a pior derrtota possível. A vida perde a graça e as pessoas acabam zombando de nós e questionam a nossa fé.

Mas mesmo num quadro triste como esse, há sempre esperança de o Senhor mudar nossa vida. Ele não tem prazer em nossa derrota, mas usa-a para ensinar-nos o caminho das vitórias. Será que vamos querer aprender?

Extraído do Devocional Pão Diário

Clique aqui para visualizar a página de Editoriais.